Preparação para viajar: documentos de identificação

Documentos para viajar. Assunto que parece óbvio. É, mas o óbvio precisa ser dito.

DICA DE OURO: Vai viajar, confira, com antecedência, seus documentos e de todos os demais participantes, sejam adultos ou crianças.

Alguns detalhes são importantes para se evitar desgastes.

Documentos para embarque nacional:

Hoje, em viagens nacionais, a maioria das pessoas apresenta a Carteira Nacional de Habilitação para identificação ao embarcar, documento que tem validade de cinco anos. Assim, a CNH é um documento que, dentro da validade, sempre estará com atualidade razoável.

Mas quem não é habilitado, está com habilitação vencida, ou mesmo vai usar o RG por opção, deve atentar também para a data deste documento.

Embora não conste na Carteira de Identidade validade, o documento deve apresentar adequada condição de conservação e ser capaz de identificar seu portador, pelo nome correto, foto, data de nascimento.

Assim, carteiras de identidade muito antigas podem ser recusadas, bem como aquelas que constem nome diferente do que a pessoa usa na atualidade (para quem casa e adquire novo sobrenome, por exemplo). Sim, você pode ter seu embarque recusado caso o documento não apresente tais itens de forma adequada.

A lista de demais documentos de identificação aceitos pode ser vista no site da ANAC, e também consultado na página da empresa aérea contratada.

Crianças: Devem viajar acompanhadas por um pais, dos responsáveis, ou, na ausência destes, com autorização judicial expressa, e apresentar documento de identificação do menor. Para evitar andar com a certidão de nascimento original, ou mesmo uma recusa na apresentação da cópia autenticada desta, o ideal é fazer a Carteira de Identidade do menor e assim ter o documento prático para qualquer situação.

Da mesma forma, é sempre importante checar a lista dos documentos exigidos para embarque de menores no site da companhia aérea escolhida.

Documentos para embarque internacional:

Dentre a lista dos documentos permitidos para identificação, a maioria das pessoas se enquadra na situação de ser o passaporte o documento de identificação internacional.

Há países que não exigem a identificação de brasileiros mediante passaporte. Tratam-se de países vizinhos do Brasil, que exigem apenas o documento de identidade dos viajantes, devido a acordos diplomáticos como o Mercosul. Ao todo, são 9:  Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.

Há outros que exigem o passaporte, mas não é necessário visto, além daqueles que exigem passaporte e visto. Tudo isso deve ser certificado antes da viagem, no portal do Itamaraty.

Último detalhe importante, que não pode ser esquecido: o passaporte brasileiro, que hoje tem validade de dez anos, na verdade pode valer por menos tempo do que diz… como assim?

Boa parte do países estrangeiros exige que o turista adentre seu território com o passaporte com validade mínima. Ou seja, se você, por exemplo, vai para os Estados Unidos, e faltam quatro meses para o passaporte expirar, você não poderá entrar no território americano. Dessa forma, também se deve observar esse dado e verificar se o país para onde se pretende ir exige validade mínima do passaporte.

Fica, então, o seguinte resumo para te ajudar na hora de se preparar para viajar de avião:

  • Maiores em viagem nacional (verificar a lista de documentos para identificação e se o item se encontra com dados atualizados e condições adequadas de identificação);
  • Menores – há recomendações específicas conforme a idade, desde bebês até 18 anos incompletos (verificar no site da ANAC e da companhia aérea, em viagens aéreas, assim como nas empresas de transporte terrestre no caso de viagens de ônibus ou trem);
  • Viagens internacionais – verificar qual documento é exigido para identificação no país pretendido e sobre a necessidade de visto.

Ficou alguma dúvida ou tem alguma pergunta pra gente, comente!

Você viaja com crianças pequenas?

Você viaja com crianças pequenas?

Quais as dificuldades que encontra?

Espera em aeroporto – ver os aviões na pista é diversão certa – São Paulo/SP

Fiz essas duas perguntas em nossa página do Facebook dias atrás, e algumas pessoas responderam. Espero que quem viu, mesmo sem se manifestar, tenha refletido sobre o tema e que possa ler este post.

O Dedo no Mapa surgiu com o propósito de contarmos um pouco dos nossos roteiros e viagens, de nossas experiências como família.

Vivemos um tempo em que se expor é a regra, mostrar o que se faz é status… Com respeito a esses padrões desta época, não se trata do nosso perfil.

Compartilhar nossos roteiros e destinos é uma prática que se iniciou entre os familiares e amigos, e por eles incentivada, acabou se tornando um blog. Um espaço no qual mais pessoas pudessem ser ajudadas e inspiradas a viajar e a descobrir um pouco mais deste mundo.

Viajar não importa o destino – seja perto ou longe, o importante é o caminhar.

Tudo que se aprende e se vivencia em um novo ambiente é incrível. Nunca voltamos os mesmos e às vezes peças soltas da nossa vida começam a fazer sentido.

Dizem que para se conhecer uma pessoa deve-se viajar com ela. Na viagem, o convívio é intenso e, na multidão de experiências, problemas, descobertas, nos revelamos e conhecemos quem está ao nosso lado.

Viajar me faz olhar de uma maneira mais viva para o meu cotidiano, me faz sair do “modo automático” mesmo quando não estou em viagem.

A expectativa de conhecer um novo lugar alegra meu coração. E olha que sou uma pessoa que lida com certa dificuldade quando as coisas saem fora do esperado…

Para as crianças, sou suspeita em falar. Embora exista quem diga que os pequenos não se lembrarão de nada, que é um desperdício de dinheiro, eu tenho certeza que cada experiência é registrada no inconsciente, e vai ajudando a moldar as percepções de si mesmo e do mundo.

A gente também se diverte muito com os pequenos – Beto Carreiro/SC

As memórias são muito mais do que aquilo que conseguimos efetivamente lembrar, elas estão guardadas dentro de nós.

Na viagem o aprendizado é potencializado. Cooperação, respeito, paciência, proximidade são aspectos que podem ser muito bem trabalhados nesses momentos que estamos viajando, desconectados dos problemas do dia-a-dia e das atividades mecânicas do cotidiano, mas totalmente voltados para o propósito de estar turistando em algum lugar.

Por aqui viajamos em família, só o casal sem filhos, e também sozinhos…

E como é viajar tendo filhos?

Este ano estávamos em Poços de Caldas e eu havia separado uma lista de restaurantes, conforme consulta no Tripadvisor, que pretendíamos conhecer.

Um dia, fomos para um deles por volta de 13h. Quando chegamos lá, o local era pequeno (moldes de cidade de interior), e não havia como esperar dentro do estabelecimento. Nossos filhos, com cinco e dois de idade na época, estavam cansados, com fome, e o mais novo acabou dormindo. Ficamos do lado de fora, aguardando vagar uma mesa.

Comecei a pensar: será que estou impondo nas viagens com meus filhos o mesmo ritmo que tenho em viagens sem crianças? Será que estou fazendo uma escolha errada?…

Um tempo depois, fomos chamados para entrar e ocupar nossa mesa. Almoçamos, segurando o mais novo no colo que ainda dormia e não viu a gente entrar e sair de lá. Levamos uma marmita para a hora que ele acordasse.

No meio das incertezas e desconfortos, conseguimos driblar o desafio daquele momento e aprender com ele.

Conhecer um lugar novo é divertido – Poços de Caldas/MG

Entendi que as viagens, para nós, não são das crianças ou dos adultos, elas são de todos envolvidos. Cuidamos de questões que agradam os pequenos (brincar; comer; descansar; dormir), mas também desfrutamos do momento em que estamos ali, fazendo o que gostamos (visitando um museu, comendo em um bom restaurante, fazendo um passeio, vendo um espetáculo musical…).

Nessa mescla entre os gostos de cada integrante da família, vamos nos conhecendo e desde agora ensinando que todos devem ser respeitados e que para tudo há um tempo (como sabiamente nos dizem as Escrituras).

Na estação para pegar o trem em Curitiba/PR, um olho no peixe e o outro (no caso a mão), no gatinho =)

Às vezes encontramos lugares children friendly (“adequado para crianças”), como um restaurante com um bom playground, teatrinho, banheiros adaptados, etc.

Mas às vezes não achamos as facilidades e aí, o que fazer?

Fazemos nosso melhor com o que temos.

No caso que citei do restaurante, não me lembro de ter lido nas resenhas do local que o espaço era pequeno.

Atualmente, quando estou pesquisando os restaurantes que poderemos ir na viagem, seleciono a opção “adequado para crianças”, e marco aqueles que tiverem esse perfil. Mas como gosto de conhecer culinária local e comer boas refeições, não descarto opções que não se encaixarem exatamente nesse perfil.

Alguns detalhes podem ajudar no caso de se ter que esperar, ou para evitar a espera: ir mais cedo para o restaurante, fora dos horários de pico; ter sempre na bolsa um lanchinho para as crianças caso o local não tenha um local de espera onde se possa pedir algo; trazer algum brinquedo para distrair os pequenos até poderem assentar; pegar a senha do local e dar uma volta até ser chamado… Bem, soltando a imaginação e sendo mais flexível, é mais fácil resolver o problema.

No caso de comer em viagens, confesso que levo as coisas de forma mais tranquila do que em casa. Se for seguir o mesmo rigor, pode ser cansativo. Assim, permito exceções e não me prendo às refeições nominalmente falando (pode ser que não almocemos, mas sim façamos um lanche, dependendo da programação, e no final do dia jantemos, ou o contrário). O que não vale é estressar com comida em passeio. Quem é pai e mãe sabe como esse momento pode ser cansativo .

Outra coisa que acho legal de ser fazer é procurar saber sobre boas opções de delivery. Depois de um dia passeando, sair para jantar pode não ser a melhor opção. Também se pode pedir algo no hotel, pesquisando sempre antes se as refeições do local são bem avaliadas.

Depois desse relato, será que já está pensando em agendar o próximo passeio?

Conte pra gente!! <3

Crianças amam um passeio na praia – Praia de Carneiros/PE

 

Dia do Patrimônio Histórico – Reflexões

Dia do Patrimônio Histórico – Reflexões

Hoje, 17 de agosto, comemora-se o Dia do Patrimônio Histórico.

Não sei se é coincidência, mas também é o dia do Pão de Queijo, esse patrimônio criado nas cozinhas mineiras, na década de 1950, para o mundo. Um patrimônio imaterial, mas quase um ponto turístico para quem vem a Minas Gerais.

Coincidência à parte, o assunto Patrimônio Histórico é o tema desta reflexão. A foto que ilustra esse post nos fez pensar muito sobre o valor que damos ao patrimônio.

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Dedo no Mapa – Belo Horizonte (I)

História contada em fotos – Belo Horizonte – Parte I

Semáforo de 1929 – o mais antigo de BH

No último final de semana fizemos um tour pela Praça da Liberdade, apreciando cada construção e detalhe desse ícone de BH.

Julho é um bom mês para conhecer Belo Horizonte. Cidade mais vazia, clima ameno ou friozinho, além da oportunidade de se conhecer nossa tradicional culinária e pratos típicos dessa época, como canjica, caldos e outras delícias.

Seja para o turista, seja para o morador de Beagá, a Praça da Liberdade sempre encanta por sua beleza, e o Circuito Cultural tornou a visita muito mais interessante.

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Reserva do Tanque – Dedo no Mapa

Reserva do Tanque – Dedo no Mapa

Jardim de lavandas na entrada exalando o suave perfume que mostra o tom do lugar.

Uma fazenda totalmente reformada e preparada para nos hospedar e oferecer uma experiência única e intimista.

A proposta da Reserva do Tanque é oferecer gastronomia com hospedagem sofisticada, em uma típica fazenda mineira.

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Museu Paranaense – Curitiba – PR

Esta semana começa a blogagem coletiva da RBBV, com o tema #MuseumWeek 2017, e para nós, que recentemente fomos integrados à rede de blogueiros, é um prazer participar pela primeira vez.

No final deste post se encontra a lista de todos os blogs participantes, cada um com um belo relato sobre o tema.

Museu Paranaense – Curitiba/PR

Museu… esta palavra ao longo da história da humanidade teve bastantes conceitos culturalmente variados. Da mesma forma, signos, símbolos, apropriações, representações, memórias coletivas e individuais, significantes, significados, identidades, que são ferramentas de compreensão museológica, passaram por transformações culturais.
Independentemente de como foi utilizado ao longo da história, na minha opinião, suas apropriações habilitaram o universo museológico a coabitar nas diversas comunidades com característica mais contemporânea, retirando-lhe estigmas conceituais de ser santuário, ou mesmo um depositário de coisas inservíveis. Ao contrário, tornou-se um espaço de trocas, reflexão, didática, enfim, um lugar dinâmico e vivo, sempre pronto a oferecer algo além!

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Desafio Wanderlust: 10 perguntas e respostas sobre mim

Desde que comecei o Dedo no Mapa neste blog e Instagram, conheci pessoas super bacanas que, como eu, amam viajar, fazendo desse hobby, inclusive, projetos audaciosos!

Recebi o convite da Julia, do Os Vôos da Xoana, para participar do Desafio Wanderlust, também chamado de TAG Wanderlust, uma brincadeira entre blogueiros de viagens, que consiste em 10 perguntinhas sobre esse desejo maluco de viajar e algumas curiosidades.

Desafio aceito!!

O termo Wanderlust, tão usado nas hashtags, vem do alemão, e consiste na união dos termos “Wandern” = caminhar/vagar + “lust” = paixão.

Significa paixão, desejo por viajar. Aquela vontade imensa de sair andando e ir a qualquer lugar.

Essa expressão tão usada hoje me representa!! E a você?

Minhas respostas para vocês conferirem e conhecerem um pouco mais:

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Viagem de sabores em Belo Horizonte – cozinhas internacionais

É possível, mesmo sem sair de nossa própria cidade, conhecer um pouco da cultura de outros países através da culinária.

Fiz recentes visitas a três estabelecimentos em Belo Horizonte/MG que oferecem comidas internacionais típicas, sendo que em dois deles os proprietários e funcionários também são estrangeiros.

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Dedo no Mapa – Aquário de São Paulo

Observando com atenção as focas no Aquário de São Paulo

Já declarei meu carinho pela cidade de São Paulo algumas vezes, e é um destino para se voltar muitas vezes, tamanha a oferta de atrações.

Ainda não tinha apresentado Sampa aos meus pequenos, então, aproveitamos uma promoção de passagens aéreas e partimos para rever nossos amigos Beto, Monica e Luca em sua bela cidade.

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Dedo no Mapa – Parque Histórico de Carambeí

Nossa viagem ao Paraná tinha como alvo não somente Curitiba, mas cidades próximas que proporcionassem ricas experiências para nossa família.

Assim, além de conhecer a Colônia Witmarsum, dedicamos parte da viagem para nos hospedar em Carambeí e visitar seu parque histórico.

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