Conhecendo o Pantanal Sul – Fazenda San Francisco

Um país de dimensões continentais revela surpresas, mistérios e oportunidades de aprendizado constantes.

Nessa perspectiva partimos para conhecer o Pantanal Sul com nossos filhos, cheios de expectativa do que poderíamos ver e sentir nessa parte do centro-oeste brasileiro.

Por do Sol inesquecível do Pantanal Sul

 

Já na estrada rumo a Miranda/MS, as placas sinalizam que estamos em área de preservação. Enquanto se percorre as longas retas da estrada é possível ver araras voando, procurando os frutos das árvores para se alimentarem. Animais podem cruzar a pista, exigindo do motorista cautela.

Seguindo pela BR 262, passa-se por Miranda e uns 30 km à frente, bem sinalizada, encontra-se à direita a entrada da Fazenda San Francisco.

Há algum tempo vi uma reportagem na televisão sobre essa Fazenda, que abriu suas portas para os turistas, tanto para passar o dia (day use), como para os que optam por se hospedarem e assim conhecerem melhor a experiência pantaneira.

Reservamos dois dias para desfrutar do tempo na Fazenda San Francisco, que revela com capricho um pouco da cultura desse pedaço do Mato Grosso do Sul.

A Fazenda possui mais de 14 mil hectares, sendo a maior parte de reserva ambiental preservada.

As instalações de hospedagem são confortáveis, respeitando o estilo e as tradições do lugar.

A comida é preparada com esmero pelas cozinheiras. Na manhã, pode-se inaugurar o dia com o “quebra-torto”, arroz carreteiro que o homem pantaneiro tem costume de comer na primeira refeição do dia.

Vi que esse é um costume no Mato Grosso do Sul, e até mesmo em hotéis em Campo Grande oferecem o arroz carreteiro na hora do café da manhã.

Além dessa opção, encontramos também bolos, pão caseiro, chipa, frutas, sucos naturais, café gostoso, leite, e opções de chá.

No almoço, comida cuidadosamente preparada, com itens típicos brasileiros, além das iguarias dessa região do Brasil, como a sopa paraguaia, por sinal, a melhor que já comi na vida!! Os doces também são caseiros, de frutas, arroz doce e doce de leite.

À tarde é servido um lanche quando se chega dos passeios realizados após o almoço.

Por fim, o jantar é servido pontualmente às 18h30, antecedendo a saída para o passeio noturno.

Os passeios na Fazenda San Francisco

Não bastasse toda beleza que o Pantanal revela, na Fazenda San Francisco é possível conhecer um pouco da vida do homem pantaneiro, seus costumes e o que ele vive no seu dia-a-dia.

Foi muito rico ver os funcionários da Fazenda, muito educados e competentes, não só nos conduzirem nos passeios, mas nos ensinarem sobre a região e suas histórias.

A experiência traz bastantes ensinamentos, além de imagens que ficarão para sempre na memória.

Destaco a atenção e ótimo atendimento do Bruno, Jonas, Cleiton, Juliano, Roberta e Andrea. Nossos filhos ficarão fãs do pessoal, que os tratou com todo carinho.

A própria fazenda se encarregou de organizar quais passeios faríamos e achei as escolhas excelentes para nós.

Fizemos, na parte da manhã, o safari, para observação dos animais de hábitos diurnos, a bordo dos veículos da fazenda especialmente preparados para essa atividade.

À tarde foi a vez do passeio de chalana, onde observamos os animais do rio e teve até pesca de piranha.

Pescando piranhas no Pantanal… com todo cuidado dos funcionários da Fazenda San Francisco

À noite era a hora da focagem noturna, quando os guias da fazenda nos levando nos carros preparados para as trilhas em busca dos animais de hábitos noturnos. Sob o céu estrelado, que não mais se vê nas grandes cidades, procura-se, em silêncio as espécies que saem à noite para a caça.

No último dia ainda fizemos uma boa cavalgada, e aprendemos sobre o solo do Pantanal, a pecuária, o hábito de tomar o tereré.

Entre um passeio e outro há sempre um tempo livre para descanso, que se pode curtir sentado em alguma cadeira apreciando a vista, em redes ou mesmo na piscina.

No site da Fazenda há recomendações sobre os itens indispensáveis para se levar e assim aproveitar melhor a estadia. Protetor solar e repelente não podem faltar. Seguindo outra dica útil, levamos um binóculo e foi excelente para apreciar a fauna e flora local.

Imensidão dos rios e alagados

Em todos os passeios vimos diversos animais, dentre eles destacando-se cervos-do-pantanal,  falcões carcará, araras de diversas cores, inclusive a rara arara azul, tuiuiús, emas, corujas, tucanos, príncipes negros, pombas-brancas, maritacas, gados de diferentes espécies, búfalos, jacarés, piranhas e…. a onça pintada.

 

Nessas bandas diz-se que quem consegue ver a onça-pintada é pé-quente. Nós tivemos o privilégio de vê-la tanto no safari diurno quanto na focagem noturna.

Os animais vivem livres na reserva da Fazenda San Francisco e vê-los, diante do contexto de extinção de tantas espécies, além do fato de estarem soltos, é um privilégio. Quanto  mais tempo se puder ficar na fazenda, melhores as chances de observar um maior número de espécies.

Muitas pessoas relatam medo de estarem diante de tais animais, mas posso garantir que os passeios são seguros. É claro que toda atividade envolve risco, mas o pessoal da Fazenda se reveste de cuidados, seja no momento do check in, ao pedirem informações precisas dos turistas para o caso de eventualidades, seja pelos guias que conhecem bem a região e os animais.

Não há relatos de ataques dos bichos, que inclusive se afastam ao verem o homem. Aprendemos que os animais geralmente atacam quando se sentem ameaçados e, respeitado seu espaço, é possível observá-los com tranquilidade, apreciando as maravilhas da criação de Deus.

É importante sempre frisar que para se conhecer um lugar e ter uma boa experiência, é preciso se despojar conceitos pré-formados e abrir os olhos para o novo. O viajante precisa dessa  característica para explorar melhor o local onde se aventura. As belezas e riquezas culturais de cada região devem ser analisadas dentro do seu contexto.

Assim, a Fazenda San Francisco é excelente escolha para quem quer ver e conhecer o Pantanal Sul-Matogrossense.

 

Obs. Esse post revela nossa sincera opinião, sem patrocínio.

A viagem que não aconteceu…

Como assim?

As ruas de Paraty ilustraram bem a situação…

Tudo pronto: passagens compradas, hotéis reservados, passaporte, visto, cartão internacional de vacinação, carro alugado, contas a pagar agendadas, dinheiro para gastos, lista de compras, roteiro organizado… Mas havia uma furacão no caminho.

Como no poema de Drummond, a pedra no caminho se tornou algo gigantesco, e não foi possível transpô-la.

Faltando cinco dias para viajarmos para os EUA, recebemos o comunicado de que o vôo havia sido cancelado, em razão do furacão Irma.

Foi um misto de sentimentos.

Como organizadora de viagens há algum tempo, sei que o clima não pode ser desconsiderado. Saber se estará chovendo, se é época de furações ou outros fenômenos naturais é importante para não perder um passeio, quiçá uma viagem.

No nosso caso, apostamos em uma época em que poderiam ocorrer furações (o período vai de junho a novembro), mas eles vieram com uma intensidade há muito tempo não vista.

E assim o Irma passou, devastando vários países, levando vidas, e no nosso caso, além da compaixão por todos que perderam algo em razão do fenômeno, a certeza de que Deus nos livrou de vivermos um grande problema.

Quem viaja com frequência, em algum momento, já enfrentou desafios: cancelamento de viagem, extravio de bagagem, mudança de vôo… E quando os imprevistos ou pouco prováveis acontecem, qual é o plano B?

Imagino que ninguém organiza um roteiro pensando nas opções caso a viagem não ocorra.

No nosso caso, criamos um plano B de emergência, e partimos, em uma gostosa roadtrip, para Paraty-RJ.

Depois falarei sobre como foi estar lá com crianças.

E a viagem para os EUA? Ficou o sonho, e no aguardo de Deus permitir um dia poder realizá-lo.

A vista que mais amo na vida

Preparação para viajar: documentos de identificação

Documentos para viajar. Assunto que parece óbvio. É, mas o óbvio precisa ser dito.

DICA DE OURO: Vai viajar, confira, com antecedência, seus documentos e de todos os demais participantes, sejam adultos ou crianças.

Alguns detalhes são importantes para se evitar desgastes.

Documentos para embarque nacional:

Hoje, em viagens nacionais, a maioria das pessoas apresenta a Carteira Nacional de Habilitação para identificação ao embarcar, documento que tem validade de cinco anos. Assim, a CNH é um documento que, dentro da validade, sempre estará com atualidade razoável.

Mas quem não é habilitado, está com habilitação vencida, ou mesmo vai usar o RG por opção, deve atentar também para a data deste documento.

Embora não conste na Carteira de Identidade validade, o documento deve apresentar adequada condição de conservação e ser capaz de identificar seu portador, pelo nome correto, foto, data de nascimento.

Assim, carteiras de identidade muito antigas podem ser recusadas, bem como aquelas que constem nome diferente do que a pessoa usa na atualidade (para quem casa e adquire novo sobrenome, por exemplo). Sim, você pode ter seu embarque recusado caso o documento não apresente tais itens de forma adequada.

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Você viaja com crianças pequenas?

Você viaja com crianças pequenas?

Quais as dificuldades que encontra?

Espera em aeroporto – ver os aviões na pista é diversão certa – São Paulo/SP

Fiz essas duas perguntas em nossa página do Facebook dias atrás, e algumas pessoas responderam. Espero que quem viu, mesmo sem se manifestar, tenha refletido sobre o tema e que possa ler este post.

O Dedo no Mapa surgiu com o propósito de contarmos um pouco dos nossos roteiros e viagens, de nossas experiências como família.

Vivemos um tempo em que se expor é a regra, mostrar o que se faz é status… Com respeito a esses padrões desta época, não se trata do nosso perfil.

Compartilhar nossos roteiros e destinos é uma prática que se iniciou entre os familiares e amigos, e por eles incentivada, acabou se tornando um blog. Um espaço no qual mais pessoas pudessem ser ajudadas e inspiradas a viajar e a descobrir um pouco mais deste mundo.

Viajar não importa o destino – seja perto ou longe, o importante é o caminhar.

Tudo que se aprende e se vivencia em um novo ambiente é incrível. Nunca voltamos os mesmos e às vezes peças soltas da nossa vida começam a fazer sentido.

Dizem que para se conhecer uma pessoa deve-se viajar com ela. Na viagem, o convívio é intenso e, na multidão de experiências, problemas, descobertas, nos revelamos e conhecemos quem está ao nosso lado.

Viajar me faz olhar de uma maneira mais viva para o meu cotidiano, me faz sair do “modo automático” mesmo quando não estou em viagem.

A expectativa de conhecer um novo lugar alegra meu coração. E olha que sou uma pessoa que lida com certa dificuldade quando as coisas saem fora do esperado…

Para as crianças, sou suspeita em falar. Embora exista quem diga que os pequenos não se lembrarão de nada, que é um desperdício de dinheiro, eu tenho certeza que cada experiência é registrada no inconsciente, e vai ajudando a moldar as percepções de si mesmo e do mundo.

A gente também se diverte muito com os pequenos – Beto Carreiro/SC

As memórias são muito mais do que aquilo que conseguimos efetivamente lembrar, elas estão guardadas dentro de nós.

Na viagem o aprendizado é potencializado. Cooperação, respeito, paciência, proximidade são aspectos que podem ser muito bem trabalhados nesses momentos que estamos viajando, desconectados dos problemas do dia-a-dia e das atividades mecânicas do cotidiano, mas totalmente voltados para o propósito de estar turistando em algum lugar.

Por aqui viajamos em família, só o casal sem filhos, e também sozinhos…

E como é viajar tendo filhos?

Este ano estávamos em Poços de Caldas e eu havia separado uma lista de restaurantes, conforme consulta no Tripadvisor, que pretendíamos conhecer.

Um dia, fomos para um deles por volta de 13h. Quando chegamos lá, o local era pequeno (moldes de cidade de interior), e não havia como esperar dentro do estabelecimento. Nossos filhos, com cinco e dois de idade na época, estavam cansados, com fome, e o mais novo acabou dormindo. Ficamos do lado de fora, aguardando vagar uma mesa.

Comecei a pensar: será que estou impondo nas viagens com meus filhos o mesmo ritmo que tenho em viagens sem crianças? Será que estou fazendo uma escolha errada?…

Um tempo depois, fomos chamados para entrar e ocupar nossa mesa. Almoçamos, segurando o mais novo no colo que ainda dormia e não viu a gente entrar e sair de lá. Levamos uma marmita para a hora que ele acordasse.

No meio das incertezas e desconfortos, conseguimos driblar o desafio daquele momento e aprender com ele.

Conhecer um lugar novo é divertido – Poços de Caldas/MG

Entendi que as viagens, para nós, não são das crianças ou dos adultos, elas são de todos envolvidos. Cuidamos de questões que agradam os pequenos (brincar; comer; descansar; dormir), mas também desfrutamos do momento em que estamos ali, fazendo o que gostamos (visitando um museu, comendo em um bom restaurante, fazendo um passeio, vendo um espetáculo musical…).

Nessa mescla entre os gostos de cada integrante da família, vamos nos conhecendo e desde agora ensinando que todos devem ser respeitados e que para tudo há um tempo (como sabiamente nos dizem as Escrituras).

Na estação para pegar o trem em Curitiba/PR, um olho no peixe e o outro (no caso a mão), no gatinho =)

Às vezes encontramos lugares children friendly (“adequado para crianças”), como um restaurante com um bom playground, teatrinho, banheiros adaptados, etc.

Mas às vezes não achamos as facilidades e aí, o que fazer?

Fazemos nosso melhor com o que temos.

No caso que citei do restaurante, não me lembro de ter lido nas resenhas do local que o espaço era pequeno.

Atualmente, quando estou pesquisando os restaurantes que poderemos ir na viagem, seleciono a opção “adequado para crianças”, e marco aqueles que tiverem esse perfil. Mas como gosto de conhecer culinária local e comer boas refeições, não descarto opções que não se encaixarem exatamente nesse perfil.

Alguns detalhes podem ajudar no caso de se ter que esperar, ou para evitar a espera: ir mais cedo para o restaurante, fora dos horários de pico; ter sempre na bolsa um lanchinho para as crianças caso o local não tenha um local de espera onde se possa pedir algo; trazer algum brinquedo para distrair os pequenos até poderem assentar; pegar a senha do local e dar uma volta até ser chamado… Bem, soltando a imaginação e sendo mais flexível, é mais fácil resolver o problema.

No caso de comer em viagens, confesso que levo as coisas de forma mais tranquila do que em casa. Se for seguir o mesmo rigor, pode ser cansativo. Assim, permito exceções e não me prendo às refeições nominalmente falando (pode ser que não almocemos, mas sim façamos um lanche, dependendo da programação, e no final do dia jantemos, ou o contrário). O que não vale é estressar com comida em passeio. Quem é pai e mãe sabe como esse momento pode ser cansativo .

Outra coisa que acho legal de ser fazer é procurar saber sobre boas opções de delivery. Depois de um dia passeando, sair para jantar pode não ser a melhor opção. Também se pode pedir algo no hotel, pesquisando sempre antes se as refeições do local são bem avaliadas.

Depois desse relato, será que já está pensando em agendar o próximo passeio?

Conte pra gente!! <3

Crianças amam um passeio na praia – Praia de Carneiros/PE

 

Dia do Patrimônio Histórico – Reflexões

Dia do Patrimônio Histórico – Reflexões

Hoje, 17 de agosto, comemora-se o Dia do Patrimônio Histórico.

Não sei se é coincidência, mas também é o dia do Pão de Queijo, esse patrimônio criado nas cozinhas mineiras, na década de 1950, para o mundo. Um patrimônio imaterial, mas quase um ponto turístico para quem vem a Minas Gerais.

Coincidência à parte, o assunto Patrimônio Histórico é o tema desta reflexão. A foto que ilustra esse post nos fez pensar muito sobre o valor que damos ao patrimônio.

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Dedo no Mapa – Belo Horizonte (I)

História contada em fotos – Belo Horizonte – Parte I

Semáforo de 1929 – o mais antigo de BH

No último final de semana fizemos um tour pela Praça da Liberdade, apreciando cada construção e detalhe desse ícone de BH.

Julho é um bom mês para conhecer Belo Horizonte. Cidade mais vazia, clima ameno ou friozinho, além da oportunidade de se conhecer nossa tradicional culinária e pratos típicos dessa época, como canjica, caldos e outras delícias.

Seja para o turista, seja para o morador de Beagá, a Praça da Liberdade sempre encanta por sua beleza, e o Circuito Cultural tornou a visita muito mais interessante.

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Reserva do Tanque – Dedo no Mapa

Reserva do Tanque – Dedo no Mapa

Jardim de lavandas na entrada exalando o suave perfume que mostra o tom do lugar.

Uma fazenda totalmente reformada e preparada para nos hospedar e oferecer uma experiência única e intimista.

A proposta da Reserva do Tanque é oferecer gastronomia com hospedagem sofisticada, em uma típica fazenda mineira.

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Museu Paranaense – Curitiba – PR

Esta semana começa a blogagem coletiva da RBBV, com o tema #MuseumWeek 2017, e para nós, que recentemente fomos integrados à rede de blogueiros, é um prazer participar pela primeira vez.

No final deste post se encontra a lista de todos os blogs participantes, cada um com um belo relato sobre o tema.

Museu Paranaense – Curitiba/PR

Museu… esta palavra ao longo da história da humanidade teve bastantes conceitos culturalmente variados. Da mesma forma, signos, símbolos, apropriações, representações, memórias coletivas e individuais, significantes, significados, identidades, que são ferramentas de compreensão museológica, passaram por transformações culturais.
Independentemente de como foi utilizado ao longo da história, na minha opinião, suas apropriações habilitaram o universo museológico a coabitar nas diversas comunidades com característica mais contemporânea, retirando-lhe estigmas conceituais de ser santuário, ou mesmo um depositário de coisas inservíveis. Ao contrário, tornou-se um espaço de trocas, reflexão, didática, enfim, um lugar dinâmico e vivo, sempre pronto a oferecer algo além!

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Desafio Wanderlust: 10 perguntas e respostas sobre mim

Desde que comecei o Dedo no Mapa neste blog e Instagram, conheci pessoas super bacanas que, como eu, amam viajar, fazendo desse hobby, inclusive, projetos audaciosos!

Recebi o convite da Julia, do Os Vôos da Xoana, para participar do Desafio Wanderlust, também chamado de TAG Wanderlust, uma brincadeira entre blogueiros de viagens, que consiste em 10 perguntinhas sobre esse desejo maluco de viajar e algumas curiosidades.

Desafio aceito!!

O termo Wanderlust, tão usado nas hashtags, vem do alemão, e consiste na união dos termos “Wandern” = caminhar/vagar + “lust” = paixão.

Significa paixão, desejo por viajar. Aquela vontade imensa de sair andando e ir a qualquer lugar.

Essa expressão tão usada hoje me representa!! E a você?

Minhas respostas para vocês conferirem e conhecerem um pouco mais:

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Viagem de sabores em Belo Horizonte – cozinhas internacionais

É possível, mesmo sem sair de nossa própria cidade, conhecer um pouco da cultura de outros países através da culinária.

Fiz recentes visitas a três estabelecimentos em Belo Horizonte/MG que oferecem comidas internacionais típicas, sendo que em dois deles os proprietários e funcionários também são estrangeiros.

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