Nossa Nova York

 

Nova York vista do Rockfeller Center

 

Nova York é destino dos sonhos de muitas pessoas. Cidade única, espetacular, cosmopolita na mais pura essência. Ela é de todos e de cada um que ali se encontra.Nessa urbe há espaço para todo tipo de programação, gosto, bolso…

Então já deu para sentir que fui e me apaixonei.

E o título me veio à mente porque acho que todos que vão lá levam e trazem um pouco de NY, fazendo-a também sua.

Por essa razão, não faltam blogs que falem sobre a Big Apple, facilitando muito a montagem de um roteiro. Porém, deparei-me com alguns pontos obscuros, que trouxeram certa dificuldade na hora de juntar as peças do nosso mosaico. Costumo dizer, na hora de “costurar o roteiro”.

Assim, tentando não ser apenas mais do mesmo, vou contar um pouco de nossa viagem, com dicas úteis e solução para certas dúvidas que foram surgindo.

Ida para NY

Voamos para NY com passagens emitidas com milhas, pela TAM. A primeira dica é: cadastre-se em programas de milhagem, fique atento à data que elas expiram e troque passagens quando tiver a oportunidade. Sim, é possível fazer a viagem dos sonhos usando milhas.

Foi um deslocamento muito tranquilo, saindo de SP às 23h e chegando em Nova York às 7 horas da manhã, horário local.

Para passar pela imigração é só seguir o fluxo de passageiros. Há atendentes que te auxiliam na hora da verificação dos passaportes. No nosso caso, meu marido passou direto e eu fiquei para a breve entrevista, respondendo apenas ao perguntado: quantos dias pretendia ficar, onde seria e quanto dinheiro trazia. Somente após o procedimento é que se tem acesso às bagagens.

Aprovados para entrar nos EUA, pegamos nossa mala e nos dirigimos à saída do Terminal 8 do JFK. À esquerda, antes da porta de saída, pegamos um elevador para ter acesso ao metrô que interliga os terminais do grande aeroporto – o Air Train – o qual termina na baldeação para o metro propriamente dito.

No nosso caso, fizemos uma aposta ousada – alugar um carro já na chegada e ir direto para um Outlet. Como era uma viagem curta e para passeio, pensamos em concentrar as compras em um único dia, para não ficar tentado a perder o tempo de todos os dias dentro de lojas – mesmo em baixa temporada pode-se ficar muito tempo nas filas de caixas para pagamento. Viagem com foco no que se quer fazer evita desgastes.

Assim, nossa intenção era usar o veículo alugado para ir até o Jerseys Garden e devolvê-lo ainda no mesmo dia – evitando ter que pagar, além da diária do carro, o preço salgado dos estacionamentos de Manhattan (geralmente os hotéis não contam com estacionamento gratuito incluído nas diárias).

Sobre a escolha do Outlet – Jerseys ou Woobury, ambos em New Jersey – lemos vários posts e decidimos que o que mais no atenderia seria o menor e mais próximo.

Cada um sabe do seu próprio ritmo e no nosso caso foi bastante interessante a escolha de ir direto para o Outlet.

Pegando o carro alugado na Hertz, bem tranquilo

Assim, tomamos o Air Train e descemos na estação Federal Circle – e por isso não foi necessário pagar tarifa deste trecho. Mas para quem sai do Air Train e vai pegar o metro (final da linha), seguindo para a cidade, deve-se adquirir o metrocard (1 dolar) e pagar por esse trecho percorrido – 5 dólares. Esse mesmo metrocard será usado depois para o uso do metro no dia-a-dia.

Sobre como adquiri-lo e usá-lo,, indico e recomendo, como sempre, o site Matraqueando, com post super explicativo do tema (matraqueando.com.br).

Voltando ao nosso roteiro, descendo no Federal Circle – onde ficam todas as agências de aluguel de veículos – , e nos dirigimos ao guichê da Hertz para pegarmos o veículo previamente reservado pela internet (preço muito melhor do que na loja física).

Reservamos o menor carro – com o melhor preço – e a atendente nos explicou que o porta-malas era realmente bem pequeno. Por mais 5 dolares fizemos um upgrade na hora e trocamos por uma categoria superior, com porta malas grande. Certamente melhor escolha para quem está indo fazer compras.

Fizemos a opção de pagar um valor fechado pelo tanque de combustível – e assim não ter que nos preocupar em procurar um posto de gasolina em Manhattan, onde devolveríamos o carro ainda naquele mesmo dia. Essa escolha, por um lado é cara, já que não usamos nem ¼ do tanque. Por outro, como voltamos bem tarde, já quase no horário da devolução do veículo, poupou-nos a perda de tempo e dor de cabeça de ainda procurar um posto de gasolina e abastecer na ilha.

A outra opção escolhida não foi boa e nos gerou um certo desgaste. Como habilitaríamos o celular para usar nos EUA, mediante a aquisição de chip local, com boa qualidade e quantidade de internet, pensei que o GPS não seria necessário.

O problema foi que na estrada não localizei sinal de internet wifi e não havia no aeroporto ou próximo dele loja que vendesse o chip (compramos da TMobile).

Assim, saímos do aeroporto seguindo um mapa de mão, que não era tão bom, em uma estrada bem sinalizada para quem mora lá. Conseguimos ter a noção da direção do Outlet – fica na cidade de Elizabeth, em New Jersey . Mas isso nos tomou tempo, paramos algumas vezes para acertar o caminho. E para completar, choveu durante o percurso, o que por si só já nos fez ir mais devagar em uma estrada não conhecida. Dessa forma, chegamos no Outlet uma hora depois do pretendido.

Caminho até o Jersey Gardens – sem GPS e na chuva – perrengue

Chegando lá, a primeira medida foi procurar o guichê de atendimento ao turista, para retirar nossos cupons de desconto, mediante apresentação do passaporte. Nem todas lojas tem esse desconto, e outras, às vezes, não o aplicam por já terem outra promoção em vigor. Mas de toda forma vale a pena retirá-lo.

Em seguida, fomos comprar o chip na loja T-Mobile e lá mesmo já o habilitaram no celular. Pagamos 30 dólares pelo chip e com ele usamos a internet livremente durante os sete dias que ficamos nos EUA. Fizemos ligamos via Whatsapp e não tivemos qualquer interrupção de sinal.

Almoçamos no Johnny Rockets e, “abastecidos”, começamos a saga de compras.

Almoço no melhor estilo americano (:

Fizemos uma lista prévia antes de ir, elencando quais itens nos interessavam mais. O Outlet não era o maior e não percorremos nem metade das lojas. Priorizamos roupas para crianças, masculinas, calçados, malas e brinquedos Lego.

Uma parte do Jersey Gardens – faça lista para não se perder nas compras

Calculamos sair do Mall às 20h30min, e assim teríamos tempo para seguir para Manhattan e devolver o carro ainda naquela noite. Antes de ir, passamos em uma lanchonete e compramos coisas para comer no caminho.

Chegamos em NY em tempo, devolvemos o carro em tempo e seguimos andando com nossas malas até o hotel onde nos hospedaríamos.

Em breve relataremos sobre a hospedagem e outras dicas para você ir para NY e aproveitar cada segundo.

Uma opinião sobre “Nossa Nova York

  • Março 25, 2017 em 7:40 pm
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    Quero saber todas as dicas, estarei indo pra N.Y dia 25/04. Aguardo ansiosa.

    Resposta

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